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Nos míseros três semestres de psicologia, muito se ouve, diz e lê que pessoas tendem a repetir comportamentos, ações, whatever. Agora, estragar meu feriado não é uma repetição bacana, não me deixar dormir na minha cama não é uma repetição bacana, me pedir pra acompanhar a josé paulino/25 de março/ 50 zilhões de shoppings não é bacana, comer barras de chocolate divinais não é uma repetição bacana. Ah, quer saber? Só sobrou chocolate amargo mesmo…que se empanturre de comer.
Minha irmã rica deu um pulinho nas Europa e já voltou. Junto com ela, barras divinais de chocolate.

Seriam resquícios da fase oral? By the way, uma semana de pontosativos jogadas no lixo por causa da irmã rica, da Escola de Frankfurt e da Preta Gil (ok, notícia velha e fuxiquenta, eu sei…) .
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Gosto bastante da Maria Rita, apesar dela ser bem esquisita. Um tipo esquisito de mulheres musicistas que estão balançando na linha entre surtadas e exóticas. Conheci umas três mulheres assim. É gente que ri de olho arregalado quando tá falando da realidade. E quando não tá falando da realidade, tem a expressão mais séria que possa existir.
A primeira vez que eu ouvi falar da Mercedes Sosa foi numa partida de Imagem e Ação. Tentei desenhar um ônibus pra ser ‘mercedes’ mas não lembrava do símbolo da Mercedes, e que não adiantou. E quando fui soletrar ’sosa’ ninguém entendeu o meu desenho, que era pra ser um sapo.
Enfim, tudo isso é pra dizer que eu não tenho moral pra falar nada, mas concordo com o Ilustríssimo Professor Tibúrcio quando ele protesta sobre músicas de protesto. Tipo, bacana o contexto do passado dela, de tudo o que ela cantou, de tudo que a mãe da Maria Rita cantou, mas ser capaz de cobrar R$ 160 reais numa entrada pro show não é nem um pouco bacana e levemente contraditório. De que adianta ter sido exilada se depois vc só vai fazer música pra rico? Qual a utopia nisso?