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Lembro que quando esbarrei com vídeos do Banho de Aventura no YouTube, ‘cadê o léo, cadê o léo, o léo ondié questá’, pensei como a abestaiada da modernidade poderia reavivar minhas memórias.
Hoje pensei bem o contrário. Por caminhos desconhecidos, me veio a mente um professor do colegial que morreu há pouco tempo e bem de repente. Me lembrei dos discursos videntes, mas com um tom saudosista que ele dava, mostrando uma certeza tão plena de vida eterna, emendando no moralismo de que todos nós haveríamos de morreeeeeeeeer e ir pro infeeeeeeerno (quase dá pra ver um dedo apontando) por sermos comedores de carne de porco e não-guardadores dos sábados, além de ficar chamando ele de viado pelas costas. Quase uma tríplice aliança diabólica.
Enfim, antes de tentar lembrar de seus discursos, eu juro que pensei em revê-los. Mas, tipo, onde? A facilidade de achar as coisas online me tira o exercício de evocar memórias queridas, além de tirar a capacidade de armazenamento, pra quê, né, se tem no youtube depois.
Eu deixo vocês, neuropsicocientistas, que coooom certeza (hããm…rummm…pigarro) são assíduos do humilde blog de mil e tantos dólares, usarem tal genial, nova e imediata (né, porque críticas ao youtube são bem recentes :/) concepção de desvio da realidade para a tecnologia.
E pra cortar a formalidade, vou contar uma piada:
Um pintinho virou pro outro e disse ‘piu’. Daí o pintinho respondeu ‘piu’. Daí chegou um pato e disse ‘quack’. Daí o primeiro pintinho virou e disse ‘aaah, não muda de assunto’.
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So much wasted in the afternoon
So much sacred in the month of June

