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Posso narrar o pano de fundo do vídeo? Ajuda gente surda, como a Jú, a entender as falas =P.
Enquanto o Fábio explica pro Fão o que é o repórter bêbado, eu, com minha voz esganiçada digo pro Donizetti: ‘cê tá filmando?’
Daí ele pensa: ‘não, não. tô assando um marshmallow’, mas se contenta em acenar que sim com a cabeça. e diz:’vou por no blog, tipo, ela tava ouvindo o repórter bêbado’.
Eu digo alguma coisa incompreensível, que pode ser ‘aaaaaah, isso vai pra lista’, ou ‘aaaaaaaaaah, que vandalista’ ou o clássico ‘aaaaaaaaah, mi-ni-na’.
O Fábio canta, então, a célebre composição da Brahma (que ele cantou TODO O RESTO DO DIA ), enquanto a Cá ouvia algo que eu não vou saber reproduzir fielmente e nem vou ouvir o podcast de novo pra escrever, mas é mais ou menos assim:
-Nigel, você não pode matar ninguém nunca.
-Ah, mais ou menos, né.
E daí, a protagonista do vídeo exulta:
-Não é tão errado assim.
O Fábio, em eco, diz: ‘não é tão errado assim’.
O Doni insiste, então: ‘eu vou mandar pra ele, eu vou mandar pra ele’
A coitada da menina diz: ‘pááára de filmaaaaaar, baralho’.
Não, ela não falou ‘caralho’. ‘Baralho’ é o apelido do Doni. Meninas trabalhadeiras de laboratório não falam ‘caralho’. Alto. Só mentalmente.
E pra finalizar, verbalizando [/lacan] sua pulsão de morte, ou vida, a Carol ameaça todo mundo, planejando sua listinha: ‘ó que eu vou fazer listinha, hein’.
Protejam a jugular e sejam felizes.